Sua laje vazia está queimando dinheiro. Vender agora ou retrofitar?
Só em setembro, fundos imobiliários negociaram mais de R$ 372 milhões em escritórios em São Paulo. Para quem tem laje parada, quem decide é o número.

Condomínio, IPTU, manutenção e nenhum aluguel entrando. Todo mês. E a decisão segue no achismo.
Enquanto isso, o mercado se mexe. Só em setembro, fundos imobiliários negociaram mais de R$ 372 milhões em escritórios em São Paulo, segundo os fatos relevantes divulgados:
- um edifício na Vila Olímpia por R$ 167,5 milhões;
- 48 salas em Pinheiros por R$ 114 milhões;
- o Edifício Morumbi por R$ 90,9 milhões.
O mercado está precificando. E quem tem laje parada precisa decidir.
Lado A: vender
Dinheiro na mão hoje, sem obra, sem vacância e sem risco de aprovação. A pergunta é uma só: quanto essa laje vale no estado em que está? A resposta é um laudo de avaliação pela NBR 14653, com amostra de mercado da região e do padrão do prédio.
Lado B: retrofitar
O mesmo prédio pode valer muito mais depois de reposicionado. Mas só se o zoneamento permitir o novo uso, se o AVCB e o alvará acompanharem a obra e se o custo e o prazo couberem na conta. Essa é a pergunta do EVTL, o estudo de viabilidade técnica e legal.
Minha posição
Quem decide não é a opinião, é o número. De um lado, o valor de mercado atual pela NBR 14653. Do outro, o EVTL: o valor depois do retrofit, menos obra, licenças, prazo e risco. E se a área construída ou o AVCB não estiverem regularizados, isso já aparece no preço dos dois lados.
Laje parada não pede opinião. Pede dois números lado a lado.
É assim que a Griffo & Medeiros trabalha, sempre plugada com o que acontece no mercado imobiliário: avaliação, EVTL e regularização no mesmo estudo, com laudo independente do resultado.
E você: A ou B? Conte no LinkedIn, onde o Debate da quarta continua.
Kelly Griffo
Tem um imóvel, uma carteira de contratos ou uma decisão parecida na mesa?