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Sua laje vazia está queimando dinheiro. Todo mês.

Só em setembro, fundos imobiliários negociaram mais de R$ 372 milhões em escritórios em São Paulo. O mercado está precificando. E quem tem laje vaga precisa decidir.

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Sua laje vazia está queimando dinheiro. Todo mês.
Arte publicada em 7 de outubro de 2026 no LinkedIn e no Instagram.

Condomínio, IPTU, manutenção e nenhum aluguel entrando. E a decisão segue no achismo.

Enquanto isso, o mercado se mexe. Só em setembro, fundos imobiliários negociaram mais de R$ 372 milhões em escritórios em SP: um edifício na Vila Olímpia por R$ 167,5 milhões, 48 salas em Pinheiros por R$ 114 milhões e o Edifício Morumbi por R$ 90,9 milhões, segundo os fatos relevantes divulgados.

Então, para quem tem laje parada: vender agora ou retrofitar?

Lado A, vender: dinheiro na mão hoje, sem obra, sem vacância e sem risco de aprovação. A pergunta é uma só: quanto essa laje vale no estado em que está?

Lado B, retrofitar: o mesmo prédio pode valer muito mais depois de reposicionado. Mas só se o zoneamento permitir o novo uso, se o AVCB e o alvará acompanharem a obra e se o custo e o prazo couberem na conta.

Minha posição: quem decide não é a opinião, é o número. De um lado, o valor de mercado atual pela NBR 14653. Do outro, o EVTL: o valor depois do retrofit, menos obra, licenças, prazo e risco. E se a área construída ou o AVCB não estiverem regularizados, isso já aparece no preço dos dois lados.

É assim que a Griffo & Medeiros trabalha, sempre plugada com o que acontece no mercado imobiliário: avaliação, EVTL e regularização no mesmo estudo, com laudo independente do resultado.

E você: A ou B? E qual número fez você decidir? Quero ler quem discorda.

Tem uma laje para decidir? Me chama no inbox. Siga para acompanhar o Debate da quarta.

Kelly Griffo

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Tem um imóvel, uma carteira de contratos ou uma decisão parecida na mesa?

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